sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A FORCA


Já não é de hoje que ouvimos esse ditado: a vida da voltas às vezes está por cima, outras vezes por baixo, o que fica é apenas o aprendizado adquirido com o tempo ou não. A vida realmente não da trégua, sempre nos ensina muito mais do que pensamos ou se quer podemos imaginar. Foi pensando nisso que hoje veio por meio dessa crônica contar a historia da forca. Mais o que haverá de ser forca?
É isso mesmo que você pensou. Aquele instrumento de suplício por estrangulação. Usados para matar criminosos impiedosos, bruxas ou pessoas que eram contra os dogmas das religiões.
Hoje a forca ainda não saiu de moda, continua sendo usada só mudou a clientela. Pessoas desiludidas com vida, com família, consigo próprias e por uma atitude impensada fazem o pior, vão para forca não àquela da brincadeira com as palavras que a cada erro, desenha-se parte do corpo e sim agride seu próprio corpo, tirando o que a de mais precioso a sua própria vida. Pessoas que antes mesmo de se enforcarem já estavam condenadas, não pelos outros mais consigo próprio o que há de pior.
A decepção, a desilusão em si, nos leva a condenação ao fracasso, a descrença de nos mesmo, sentimento de inferioridade e tudo mais. E isso nada tem haver com classe social, ou países super desenvolvidos nada disso, e sim com valores.
Valores que ao longo dos anos se perdem, e como se perdem. Talvez seja isso o maior problema do nosso século. Além do eco sistema ameaçado e entre outros, os valores são o principio de tudo, se não a valor, não a respeito, não a dignidade, não a absolutamente nada.
E em busca desse valor, o verdadeiro valor. Hoje novamente conto a vocês uma historia de grande valor, de alguém que foi sim para forca, não para tirar a vida e sim ter uma nova vida, uma nova chance. Como assim?
Leiam à crônica.

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, fazenda, mansões, Iates, diversos empregados, tudo que se possa imaginar. Mais tinha somente único filho, seu único herdeiro e primogênito.
Que ao contrario do pai, não gostava de trabalhar, muito menos administrar a imensa fortuna que seu pai tinha.
E com o decorre dos anos o pai do garoto vendo o comportamento do filho com seus amigos, que gostavam de curtir a vida, sair por ai gastando tudo, procura sempre alertar seu filho a respeito deles.
Seus amigos só estão do seu lado por causa de sua fortuna o dinheiro que lhes oferece, depois que o dinheiro acabar eles lhe abandonaram.

O pai sempre lhe aconselhava mais pouco adiantava, o jovem rapaz só queria saber de curtir.
Um dia seu pai já com certa idade deu uma ordem a seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele, ele mesmo fez uma forca, e junto a ela uma placa com dizeres: “Para você meu filho nunca mais desprezar as palavras de seu velho pai”.
Mais tarde quando seu filho chegou, chamou e levou até o celeiro mostrou a forca e lhe disse:
Meu amado filho estou ficando velho e cansado, o pouco de vida que me resta quero lhe dizer algumas palavras, fazer único pedido a você, por favor, me escuta.
Sei que assim que eu partir, tu venderá tudo que tenho, não vai dar valor a nada, pois tudo deve de graça e de graça dará. E quando não tiver mais nada para se manter, seus amigos vão se afastar de você. Tu vai sofrer amargamente por não ter dado ouvido ao seu velho pai, então construiu essa humilde forca para você.
Prometa-me que quando acontecer tudo isso, tu usara essa forca.
O jovem assustado, porém curioso. Pois sempre soube, que teu pai nunca foi um louco, mesmo em sua velhice, sempre foi muito lúcido e sábio. Sabia que por trás disso queria lhe dizer alguma coisa, por isso ouviu atentamente o que seu velho pai queria lhe dizer, e ironicamente riu dizendo; que deste mal jamais haverá de cometer. Caso cometesse usaria a forca que seu pai havia construído.
Pois a final de contas, não foi construída especialmente para mim?
Teu pai olhou fixamente em seus olhos não disse mais nenhuma palavra e saiu.
E o tempo passou, o pai do jovem garoto que não com o tempo não era assim tão jovem partiu. E assim como havia previsto, em pouco tempo o jovem sem perceber gastou tudo, vendeu um por um dos seus bens, e por fim perdeu seus amigos e sua própria dignidade.
Desesperado e angustiado, começou a refletir sobre toda sua vida e o quanto tinha sido tolo, por fim lembrou-se do seu velho pai, e começou a chorar amargamente.
Em seu choro dizia:
AH querido papai. Fiz tudo contrario do que o senhor me ensinou, do que o senhor falou, fui por minha cabeça, e veja no que deu. Antes o que ele tinha levando como brincadeira em relação à forca, frente a ela começou a pensar em sua vida e tudo o que tinha feito.
Por fim resolveu fazer algo que naquele momento achava que era direito, fazer a vontade do pai.
Subiu os degraus do celeiro, colocou a gorda em volta do seu pescoço e disse suas ultimas palavras.
Ah se eu tivesse outra chance, mais agora é tarde e pulou.
A corda apertou um pouco sua garganta, mais o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e com ele varias jóias, esmeraldas, perola diamantes, ouro de gerações e gerações de família que jamais poderia imaginar. A forca estava cheio de preciosidades e com um bilhete que dizia assim;
Aqui esta mais uma chance a você meu filho.
Vê se dessa vez
segue os conselhos de seu velho pai.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O valor do Tempo!!


Para entender o valor de um ano:
Pergunte a um estudante que não passou nos exames finais.

Para entender o valor de um mês:
Pergunte a uma mãe que teve um filho prematuro.

Para entender o valor de uma semana:
Pergunte ao editor de uma revista semanal.

Para entender o valor de uma hora:
Pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro.

Para entender o valor de um minuto:
Pergunte a uma pessoa que perdeu o trem, ônibus ou avião.

Para entender o valor de um segundo:
Pergunte a uma pessoa que sobreviveu a um acidente.

Para entender o valor de um milissegundo:
Pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nas olimpíadas.

O tempo não espera por ninguém. Valorize cada momento de sua vida.
Você ira aprecia-los ainda mais se puder dividi-los com alguém especial.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Para Refletir!!


Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi.
Era uma vida ótima, própria para alguém que não desejava ter patrão.
O que eu não percebi, é que aquela vida era também um ministério.
Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se, muitas vezes, um confessionário.
Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas: suas alegrias e suas tristezas.
Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Mas nenhuma me tocou mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite: era Agosto.
Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade.
Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.
Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora.
Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora.
A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
"Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda" - eu pensei.
Assim fui até a porta e bati.
"Um minuto!" - respondeu uma voz débil e idosa.
Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão.
Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se.
Uma octogenária pequenina apareceu.
Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40.
Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon.
O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo.
Toda a mobília estava coberta por lençóis.
Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.
Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
"O Sr. poderia colocar a minha mala no carro?" - ela pediu.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, e ela ficou agradecendo minha ajuda.
"Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros da melhor forma possível." - disse.
"Oh!, você é um bom rapaz!" - disse ela, sorrindo.
Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
"O Sr. poderia ir pelo centro da cidade?"
"Não é o trajeto mais curto..." - alertei-a prontamente.
"Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos."
Eu olhei pelo retrovisor.
Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
"Eu não tenho mais família..." - continuou.
"Meu médico diz que tenho pouco tempo..."
Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei:
"Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?"
Nas duas horas seguintes, nós rodamos pela cidade.
Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista.
Nós passamos pelas cercanias em que ela e o marido tinham vivido como recém-casados.
Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha.
De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente à um edifício ou esquina.
Ficava, então, com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.
Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse, de repente:
"Eu estou cansada. Vamos agora?"
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso.
A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou.
Eram muito amáveis e atentos, e observavam todos os movimentos dela.
Eles deviam estar esperando-a.
Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas, quando disse:
"Quanto lhe devo?" - e já foi abrindo a bolsa para pagar.
"Nada" - respondi.
"Você tem que ganhar a vida, meu jovem..."
"Há outros passageiros" - respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço.
Ela me envolveu comovidamente.
"Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada!"
"Eu que agradeço." - respondi.
Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
atrás de mim uma porta foi fechada.
Era o som do término de uma vida.
Naquele dia não peguei mais passageiros.
Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos.
Mal podia respirar de emoção...
Fiquei pensando se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno?
E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.

A maioria das pessoas está condicionada a pensar que suas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse. Mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir.

Pense nisso!

O que vc está plantando hoje??


Há muito tempo atrás, uma menina chamada Yang se casou e foi viver com o marido e a sogra.

Depois de alguns dias, passou a não se entender com a sogra.

As personalidades delas eram muito diferentes, e Yang foi se irritando com os hábitos da sogra que freqüentemente a criticava.

Meses se passaram e Yang e sua sogra cada vez discutiam e brigavam mais.

De acordo com antiga tradição chinesa a nora tinha que se curvar para a sogra e a obedecer em tudo.
Yang já não suportando mais conviver com a sogra, decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai, que a ouviu e, depois, com um pacote de ervas lhe disse:

- Você não poderá usá-las de uma só vez para se libertar de sua sogra porque isso causaria suspeitas. Vou lhe dar várias ervas que irão lentamente envenenando sua sogra. A cada dois dias ponha um pouco destas ervas na comida dela. Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Não discuta o que eu digo e ajudarei a resolver seu problema; mas você tem que me escutar e seguir todas as instruções que eu lhe der.

Yang respondeu:

- Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que o que o senhor me pedir.

Yang ficou muito contente, agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra.

Semanas se passaram, e a cada dois dias Yang servia a comida "especialmente tratada" à sua sogra.

Ela sempre lembrava do que Sr. Huang tinha recomendado sobre evitar suspeitas, e assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra e a tratou como se fosse sua própria mãe.

Depois de seis meses a casa inteira estava com outro astral.

Yang tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia.

Nesses seis meses não tinha tido nenhuma discussão com a sogra, que agora parecia muito mais amável e mais fácil de lidar.

As atitudes da sogra também mudaram e elas passaram a se tratar como mãe e filha.

Um dia Yang foi novamente procurar o Sr. Huang para pedir-lhe ajuda e disse:

- Querido Sr. Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como se fosse minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei.

O Sr. Huang sorriu, acenou com a cabeça e disse:

- Yang, não precisa se preocupar. As ervas que eu dei eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituído pelo amor que você passou a dar a ela.


Na China existe uma regra dourada que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada."

Na grande parte das vezes recebemos das outras pessoas o que damos a elas, então...


LEMBRE-SE SEMPRE:

O plantio é opcional...

A colheita é obrigatória...

Por isso cuidado com o que planta !

O VALOR DA AUTO ESTIMA*


Falamos tanto sobre isso, mas você sabe o que é auto-estima?
Auto-estima é a opinião e o sentimento que cada um tem por si mesmo. É ter consciência de seu valor pessoal, acreditar, respeitar e confiar em si. Coisas nem sempre tão simples assim.

A auto-estima, juntamente com o amor-próprio, é a base para o ser humano. É a cura para todas as dificuldades e sofrimentos. E mais, é a cura para todas as doenças de origem emocional e relações destrutivas.

A auto-estima começa a se formarna infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Ou seja, as experiências do passado exercem influência significativa na auto-estima quando adultos. Perde-se a auto-estima quando se passa por muitas decepções, frustrações, em situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada que faz. O que abala não é só a falta de reconhecimento por parte de alguém, mas principalmente a falta de reconhecimento por si próprio.

Quando a auto-estima está baixa a pessoa se sente inadequada, insegura, com dúvidas, incerta do que realmente é, com um sentimento vago de não ser capaz. Melhore sua auto-estima! Clique aqui e veja se você está dentro do peso saudável. Não acredita ser capaz de ter alguém que a ame, de fazer aquilo que quer, de se cuidar, desenvolvendo assim um sentimento de insegurança muito profundo, desistindo facilmente de tudo que começa.

Como ela mesma não se ama, se sujeita a qualquer tipo de relação para ter alguém ao seu lado, tornando-se dependente de relações destrutivas e não conseguindo forças para sair delas. Vale lembrar que esse processo acontece inconscientemente. A pessoa não tem consciência do por que está agindo assim, apenas sente o sofrimento que pode se expressar em forma de angústia, dor no peito, choro, pesadelos, vazio, agressividade, depressão, punição, doenças.

Culpam os outros pelos próprios erros, encaram todas as críticas como ataques pessoais e tornam-se dependentes de relações doentes. O maior indicador de uma pessoa com baixa auto-estima é quando sente intensa necessidade de agradar, não consegue dizer "não", busca aprovação e reconhecimento por tudo o que faz, sempre querendo se sentir importante para as pessoas, pois na verdade, não se sente importante para si mesma. Com isso, se abandona cada vez mais.

A auto-estima também influencia a escolha dos relacionamentos. Aqueles com elevado amor-próprio em geral atraem pessoas com a mesma característica, gerando uniões saudáveis, criativas e harmoniosas. Já a baixa auto-estima acaba atraindo ou mantendo relacionamentos destrutivos e dolorosos. Quando há amor-próprio não se deixa envolver nem manter relações destrutivas. Há também uma relação direta e muito importante entre desempenho profissional e auto-estima, mas esse é outro assunto.

A auto-estima influencia tudo que fazemos, pois é o resultado de tudo que acreditamos ser, por isso o autoconhecimento é de fundamental importância para aumentar a auto-estima. Ou seja, confiar em si mesmo, ouvir sua intuição, acreditar em sua voz interior, respeitar seus limites, reconhecer seus valores, expressar seus sentimentos sem medo, sentir-se competente, capaz e se tornar independente da aprovação dos outros, tudo isso faz com que a auto-estima se eleve. Mas é um processo gradativo que exige trabalho e conscientização.

Na verdade, todos estamos à procura de amor. E esse sentimento ainda é o que rege tudo o que buscamos, fazemos e somos. Principalmente o amor por si mesmo, que é a base da construção da auto-estima. Que tal reconstruir a sua?

Linda na Gravidez


A mulher grávida precisa se cuidar para ficar atraente enquanto espera a chegada do bebê.

O importante é entender que as mudanças acontecerão, mas a gestante deve se sentir bem com a sua
barriga. Deve se achar bonita e atraente.

Afinal, ela está em estado de graça! A futura mamãe precisa estar segura e feliz com esse momento que está vivendo. A beleza exterior depende da felicidade que a mulher sente. A auto-estima é fundamental. Os cuidados com a beleza apenas reforçarão o que você tem de melhor.

Segundo os especialistas, o aumento de peso é um fator que deve ser bem controlado, por isso, fique atenta. O ideal é engordar no máximo de 9 a 12 quilos até a hora de o bebê nascer.

Manter uma alimentação saudável e nutritiva também ajuda bastante, assim como cuidar dos horários. Você não pode ficar muitas horas sem comer, e depois devorar tudo que encontrar na geladeira. Isso é fatal. O obstetra deve verificar o aumento de peso a cada mês. A partir dessa informação ele vai indicar uma dieta específica.

OLHOS


Muito se fala sobre cores de sombras na maquiagem e o que está na moda. Não há regras, porém procure harmonizar as cores de sombra com seu tom de pele, cabelo e roupas. Nunca combine a cor com sua roupa, não há nada mais fora de moda que isso!

Esse produto pode ser encontrado em várias apresentações: sombras compactas, em creme, mousse, , lápis etc. Existem ainda as opacas, acetinadas, cintilantes e com brilhos (glitters).

Na maquiagem para o dia, utilize tons opacos ou acetinados. A cintilância debaixo do sol deixa a maquiagem pesada e carregada. Já para a noite, tudo é permitido: deixar os olhos intensos, usar dois ou três tons, aplicar brilhos, entre outros artifícios. Mas, lembre-se: se você for utilizar dois ou mais tons de sombras de uma só vez, deixe sempre o tom mais claro para o canto interno e o mais escuro para o canto externo dos olhos. Esfume bem sem deixar os olhos marcados.
As sombras com brilhos ou cintilâncias não são indicadas para peles maduras, o que evidencia ainda mais tal característica. Sombras líquidas ou cremosas não ficam bem em peles oleosas, pois podem escorrer com facilidade.

Para olhos fundos, os tons claros ficam muito bem, valorizando o olhar. Para olhos salientes, aplique a sombra escura por toda a pálpebra, esfumando na linha de transferência em direção às sobrancelhas. Nos olhos caídos, puxe o esfumado do canto externo dos olhos em direção ao final das sobrancelhas, como se estivesse "puxando" a cor para o lado de fora dos olhos.

Abaixo das sobrancelhas, aplique uma sombra iluminadora para levantar o olhar! Mas o que é sombra iluminadora? Sombra iluminadora é qualquer sombra clara (tons de creme, branco, pérola ou marfim), desde que seja cintilante.

Não se esqueça de aplicar as sombras com o pincel correto: aquele que tem uma esponjinha na ponta. O pincel de esfumar tem cerdas flexíveis e suaves e tira o marcado da aplicação, oferecendo um degradê entre cores e tons.

Boa sorte!

BATOM


O batom é um dos objetos do estojo de maquiagem que a mulher mais se preocupa em ter sempre consigo. Pois às vezes, a mulher usa sem mais nada no rosto e funciona como a dose de segurança necessária para botar a cara na rua. Ninguém se atreve a negar o poder de uma boca bem pintada.

Há varios tipos de batom: o cremoso, o opaco, o de ultra fixação, o líquido transparente e o gloss.

Tonalidades:

O seu estilo vai decidir entre clássicos vermelhos até a modernidade do azul. Beges e marrons são uma boa alternativa para marcar a presença da boca como ponto forte da maquiagem, sem ter de recorrer aos tradicionais vermelhos, róseos, alaranjados.

Texturas:

*Batom bem cremoso por baixo e gliter por cima da um look futurista.
*Batom cremoso diluído com gloss em camada muito sutil faz uma boca aguada, brilhante e sedutora.
* Muita atenção com os metálicos, pois a reflexão da luz denuncia as rachaduras da boca.

Truques:

* Para obter uma melhor fixação e durabilidade do batom passe o batom em duas etapas. Feita a primeira camada, pressione o lenço de papel suavemente para tirar o exesso. Aplique um pouco de pó sobre a boca, com cuidado para não borrar. Aí sim você terá lastro para a segunda camada de batom.
* Prefira os batons hidratantes com filtro solar.
* Batons escuros tendem a deixar os dentes mais brancos.
* Batom casadinho com a cor do vestido, do cabelo ou das jóias, nem sempre acaba bem.
* O lápis de contorno cor da boca é um bom truque para delimitar a área que vai receber o batom.
Sharon Salazar © 2008 | Coded by Randomness | Illustration by Wai | Design by betterinpink!